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HQPB 2015 promove primeiro encontro de produtores de conteúdo para internet

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O HQPB 2015 irá promover o primeiro debate sobre produção de conteúdo para internet, o principal objetivo é tratar de pontos importantes e até certo ponto polêmicos que envolvem o trabalho de desenvolver e produzir conteúdo em blogs, vlogs, sites e redes sociais

A intenção é expor e debater ideias, troca de experiências, dicas, networking, além de estreitar e ampliar o contato entre os produtores de conteúdo e o público.

O debate será realizado no sábado 17/10 das 14:30h às 15:30h e é aberto a participação do público presente no HQPB 2015.

O debate contará com a presença de um convidado muito especial, que sem dúvida vai elevar o nível do debate com sua experiência e pioneirismo na blogsfera nerd brasileira.

 

Sidney Gusman 01

 

Um dos pioneiros na produção de conteúdo ligado ao entretimento e principalmente às HQs no brasil. estamos falando de Sidney Gusman!

Sidney Guman é editor da Mauricio de Sousa Produções,  desde 2006 é responsável pelo planejamento editorial do projeto MSP, são de sua autoria os títulos: MSP 50, MSP + 50, MSP Novos 50, Graphic MSP entre outros.Gusman venceu dez vezes o Troféu HQ Mix (de 2000 a 2007 e 2009 e 2010) por seu trabalho com o site Universo HQ, do qual é Editor Chefe. O Universo HQ é o principal site brasileiro especializado em Historias em Quadrinhos.

Atualmente Sidney Gusman esta capitaneando um novo projeto, o podcast do site Universo HQ, o Confins do Universo ao lado de Samir Naliato, Sérgio Codespoti e Marcelo Naranjo.

 

QUEM VAI PARTICIPAR DO DEBATE?

A seguir vai conhecer os participantes do debate e um breve histórico sobre seus respectivos projetos:

 

Luiz Felipe: O NERDEBATE nasceu em Outubro de 2013 em um Hangout no YouTube com o intuito de debater sobre filmes, jogos, polêmicas, animes, etc. Hoje em dia, o Nerdebate abrange podcast e vídeos no YouTube, desde Unboxing e análise de colecionáveis, Culinária,  até Gameplay.

David Andrade: O OLÍMPICO LITERÁRIO  nasceu desde 08 de dezembro de 2012. Nosso intuito está todo focado na nossa paixão por literatura e cultura, tomando como responsabilidade compartilhar sempre tudo que existe neste meio, dividindo com nossos leitores, nossos sonhos e anseios. Fiquem a vontades! E sintam-se acolhidos pelo nosso espaço, que busca sempre, com todo intuito, trazer os mais diversos objetos culturais, seja para os amantes de games ou mangás, ou para os apaixonados por filmes. Estamos aqui apenas com um único intuito: compartilhar leitura e cultura.  OLÍMPICO LITERÁRIO

Maysa Lemos: Em 2013, Maysa Santiago resolveu criar o HEY YSA como uma forma de reunir os hobbies que ela mais gostava em um só lugar : ler, fotografar e escrever. Com o tempo, o blog começou a se torna algo mais sério, e hoje conta com posts toda semana. Além das resenhas literárias, a Ysa também escreve sobre viagens, músicas, séries e nerdices, sem esquecer das gameplays nas sessões do Playing Little Pony em seu canal do you tube. Freak por Star Wars, e uma grande fã de livros, ela procura levar um pouco de cada um desses universos para o Hey Ysa.

Giovanna Ismael: O DISCOFILIA  é um podcast idealizado por Fabio Bratch e Gi Ismael, onde a cada episódio uma nova pessoa expressa a sua paixão e o seu entusiasmo por um álbum diferente. Nós ouvimos o álbum juntos, faixa a faixa – ouvintes, convidado e apresentadores -, e conversamos a respeito. Ouvimos curiosidades e histórias pessoais relacionadas àqueles sons, conhecendo (ou reconhecendo) aquela arte na companhia das melhores pessoas.

Tiago Barbosa da Fonseca, Bia Herthel, Fabio Feliciano“O Cdfcast é um “filho” do Okicast, podcast do grupo Okinawa-PB. O CUECA DE FORA foi idealizado por três nerds da cidade de João Pessoa na Paraíba. Trazendo amigos e convidados para debater sobre os mais variados assuntos.Atualmente é formado pelo host Tiago “Ikari” Fonseca, Fabio “Nappa” Feliciano, Beatriz “Sayo” Herthel e Arthur “Foo” Nóbrega, isso quando não estão em hiato…”

Anderson Veiga:  No ar desde 2013, o OPA JÁ VAI? é um blog de cultura pop com foco em quadrinhos, cinema, literatura, TV, games e nerdices em geral. Sempre com uma dose de humor, o objetivo é falar sobre os lançamentos e comentar os principais acontecimentos do mundo nerd de forma simples e concisa. O blog é mantido e alimentado por Bobby, A.K.A. Anderson Veiga Sales. Jornalista formado em Comunicação Social pela Universidade Estadual da Paraíba, nerd de plantão e raposeiro de coração. A programação do veículo é composta da seguinte forma: · Segundas-feiras: Um vídeo de review de algum quadrinho; · Quartas-feiras: Um vídeo com conteúdo diverso, podendo ser o review de um livro, filme ou série de destaque no mundo nerd, pick ups com as aquisições do mês ou temáticas variadas como colecionismo, por exemplo; · Sexta-feira: É o dia de um artigo comentando algum assunto de relevância da semana.

Sérgio Henrique e Pedro Silva:  O DE CARA NAS LETRAS, blog criado pelos paraibanos Sérgio Henrique e Pedro Silva, é uma plataforma digital voltada ao meio literário, que visa difundir o hábito da leitura não apenas de forma virtual, publicando resenhas, sorteios e notícias literárias, mas também de maneira ‘off-line’, organizando encontros de fãs e clubes para discussão de livros. Possuindo parceria com diversas editoras, o DNCL busca, acima de tudo, pela exposição dos benefícios da leitura, tentando alcançar todas as faixas etárias da sociedade, tendo como objetivo construir, dia a dia, uma sociedade melhor para todos nós, transformada pelo poder da literatura.

Marcelo Soares: UAREVÁA começou em 2006 como uma reunião de amigos virtuais e ao longo desse tempo migrou  para a realidade, com encontros em eventos em bares Brasil afora.Nossa proposta sempre foi falarmos sobre qualquer coisa que nos interessasse no momento, sem preconceito temáticos ou censura. Os temas principais são música, quadrinhos, séries, filmes, cultura pop, sociedade, etc.

Ricardo Oliveira: Ricardo Oliveira é jornalista e mestre em comunicação pela UFPB. É autor do livro “Blogs: Cultura Convergente e Participativa”, professor de pós-graduações em João Pessoa e Maceió, na área de cultura digital e produção de conteúdo para mídias sociais.
Produz conteúdo para web há 15 anos, especialmente cobertura de cultura pop, crítica de cinema e produção de conteúdo original em vídeo.
Foi coordenador de mídias digitais da Rede Paraíba de Comunicação (afiliadas Globo na Paraíba) e atualmente é empresário, trabalhando com produção de conteúdo digital e em projetos próprios como o site CATAVENTO , o canal O Meu Filme Preferido e seu canal pessoal de vlogs e storytelling.

Rayssa Soares: Rayssa Soares tem 28 anos, é natural de Natal-RN, mas mora em João Pessoa há 12 anos. É formada em Realções Públicas pela UFPB e atua no mercado há 4 anos. Trabalhou como Social Media em agências da capital e nos últimos meses tem se dedicado a sua empresa COM CARINHO que trabalha com papelaria especial para eventos e personalizados. É também produtora de conteúdo para internet e criadora do blog GAVETAMIX que traz dicas de Faça Você Mesmo. Há 7 meses percebeu a necessidade de criar também um canal no YOUTUBE para poder ensinar, de forma mais prática, o passo-a-passo de diversos projetos de decoração, festas e utilidades gerais, que já ilustrava em seu blog.

Rennex Silva: O PROJETO DRAGON BALL Z é uma iniciativa criada para aproximar todos os fãs da obra máxima de Akira Toriyama.Trazendo análises e curiosidades, o canal criado em 2015 busca contribuir e tirar duvidas dos fãs em relaçãoa tópicos polêmicos e pontos discutíveis de uma forma simples e fácil de entender.Entretenimento, diversão e tudo que você precisa saber sobre Dragon Ball, você encontra aqui!

O que tem em João Pessoa: Tudo começou em março de 2014 quando um casal que adora sair para degustar e conhecer lugares novos na cidade de João Pessoa parou e pensou: “Porque não compartilhar nossas experiências?”. E assim nasceu o Instagram @oquetemjp, que, com o passar do tempo, foi ganhando cada vez mais adeptos e passou de brincadeira a negócio. Logo no primeiro dia de 2015, foi lançando o portal O QUE TEM EM JOÃO PESSOA para que as experiências fossem mais bem difundidas entre os leitores. Hoje a Marca Oquetemjp é gerenciada pela empresa UP Media e já ultrapassou os 40 mil seguidores nas redes sociais, totalizando mais de 150 mil likes e 30 mil comentários!

Yordan Cavalcanti: O MAKING OF é um canal que faz coberturas dos eventos de cultura pop/nerd na Paraíba e nos estados vizinhos. Formado oficialmente desde 2014, o grupo é presença garantida nos encontros, tendo como destaque o quadro de entrevistas com personagens do universo nerd, como dubladores, youtubers e artistas do meio. O Making Of é parceiro da TV Tambaú, onde tem o quadro “Espaço Making Of” nas sextas-feiras, e do portal Tambaú 247, onde administra um blog.

 

SAIBA COMO ADQUIRIR SEUS INGRESSOS PARA O HQPB 2015 COM SEU CARTÃO DE CRÉDITO!!!

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Você esta ansioso para comprar o seu ingresso para o HQPB 2015, mas só pode fazer a compra no cartão de crédito, seja por comodidade ou necessidade? Bem, diante de tantos pedidos a organização do evento desenvolveu duas formas para atender vocês da melhor forma possível.

Então vamos as formas como você pode comprar seus ingressos fazendo uso do cartão de crédito de sua preferência:

-Via MERCADO LIVRE.

-Compra presencial no Studio Made in PBBox 13 do Espaço Cultural José Lins do Rego, onde estarão sendo vendidos ingressos com pagamento via cartão de crédito.

É importante informar que nos dias do evento haverá um guichê da bilheteria EXCLUSIVO para compras no cartão de crédito e para aqueles que optarem pela compra antecipada do seu ingresso através do MERCADO LIVRE.

 

Como poderei comprar meu ingresso através do MERCADO LIVRE?

O pagamento aceito será apenas via MERCADO PAGO.

Para receber o seu ingresso, você precisará realizar o pagamento e logo em seguida deverá qualificar a negociação positivamente.

O ingresso poderá ser retirado antes do evento no ponto de venda no Studio Made in PBBox 13 do Espaço Cultural José Lins do Rego, ou poderá ser retirado no dia do evento em nosso guichê exclusivo na bilheteria do evento.

Ambos os casos necessitam que se apresente o e-mail do Mercado Livre comprovando que a negociação foi finalizada e que sua conta foi qualificada positivamente.

Por isso é extremamente importante que você faça a impressão do email que confirma a compra do ingresso através do site MERCADO LIVRE, para que assim você possa ser atendido com rapidez e possa aproveitar o melhor que o HQPB 2015 tem para lhe oferecer.

 

A seguir os LINKS para que vocês possam acessar a página do MERCADO LIVRE de acordo com a especificação do ingresso:

Combo Promocional de 3 Dias – 16. 17 e 18 de outubro

Combo Promocional de 3 Dias – SEX 16/10 – SAB 17/10 – DOM 18/10 – Entrada Inteira – http://goo.gl/eK3jgM

Combo Promocional de 3 Dias – SEX 16/10 – SAB 17/10 – DOM 18/10 – Meia Entrada – http://goo.gl/Y1Bi8l 

 

Combo Promocional de 2 Dias – 17 e 18 de outubro

Combo Promocional de 2 Dias – SAB 17/10 – DOM 18/10 – Entrada Inteira – http://goo.gl/aQF4A0

Combo Promocional de 2 Dias – SAB 17/10 – DOM 18/10 – Meia Entrada – http://goo.gl/F4DOOA 

 

Ingressos individuais

Ingresso para Sexta-Feira 16/10 – Entrada Inteira – http://goo.gl/j3G6Io

Ingresso para Sexta-Feira 16/10 – Meia Entrada – http://goo.gl/1kdQEU

Ingresso para Sábado 17/10 ou Domingo 18/10 – Entrada Inteira – http://goo.gl/tyYpae

Ingresso para Sábado 17/10 ou Domingo 18/10 – Meia Entrada – http://goo.gl/vjuK6X

HQPB 2015: Dubladores de Cavaleiros do Zodíaco, League of Legends e Star Wars: Rebels estarão no evento

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Finalmente é quarta-feira e é mais um dia de revelações de novos convidados do HQPB 2015! E temos a alegria de confirmar para vocês sem sombra de dúvida, que este é o primeiro evento na Paraíba a reunir tantos dubladores da série Cavaleiros do Zodíaco em uma única edição!

E se você é fã da série clássica e esta acompanhando os novos episódios de Soul of Gold, apenas uma expressão pode dimensionar o que esperam por vocês. ATHENA EXCLAMATION!!!

E não apenas isso, se você assistiu ao filme A Lenda do Santuário, vai poder dizer que só o HQPB trouxe ao nosso estado quatro dubladores dos Cavaleiros de Ouro!

Que todos os Invocadores da Paraíba se felicitem pois o Rei do Rio e a maior guerreira de Noxus estarão aguardando a presença de todos vocês!

 

 Mauro Castro e  Sílvia Goiabeira

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Mauro é o novo dublador do personagem Camus de Aquário nos animes Os Cavaleiros do Zodíaco, Saint Seiya Soul of Gold e no filme A Lenda do Santuário.

Além de seu trabalho na franquia Saint Seiya, Mauro é dublador de personagens como: Zeb em Star Wars: Rebels, Jack Black em As Aventuras de Jackie Chan, Hulk em Agents of S.M.A.S.H, Brutus em Popeye 3DProtoss Zeratul em Starcraft 2 e Max Payne no game homônimo.

Sílvia foi a dubladora da personagem Milo de Escorpião no filme A Lenda do Santuário, também a dubladora da Princesa Jasmine no filme e na série animada Alladin da Disney, Pepper Pots nos filmes do Homem de Ferro do Marvel Studio, She Hulk em Agents of S.M.A.S.H, Judith Harper em 2 Homens e Meio entre outros personagens.

O casal de dubladores também atuam respectivamente como os personagens Tahm Kench Katarina no game League of Legends.

 

Fábio Moura

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Dublador do personagem Shura de Capricórnio nos animes Os Cavaleiros do Zodíaco, Saint Seiya Soul of Gold  e no filme A Lenda do Santuário.

Morad Sumar de Star Wars: RebelsWynnchel de Detona Ralph, Cleveland Brownem Family Guy e Roger em American Dad, são apenas alguns dos vários personagens que contaram com a voz de Fábio Moura ao longo dos anos.

 

 Luiz Antônio Lobue

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Novo dublador do personagem Aiolia de Leão nos animes Os Cavaleiros do Zodíaco, Saint Seiya Soul of Gold e no filme A Lenda do Santuário. Além do personagem Picollo em Dragon Ball Z e Dr House na série de mesmo nome.

Lobue também é dublador do personagem Celebrimbor, nos games Middle-Earth: Shadow of Mordor Shadow Of Mordor: The Bright Lord.

Lobue volta ao evento depois do grande carisma junto ao publico de João Pessoa e o enorme sucesso da série Saint Seiya Soul of Gold.

 

Estas são os não grandes notícias? Talvez você se pergunte, se ainda existem novidades a serem divulgadas, e nossa resposta é SIM!!!

Pois ainda temos algumas surpresas parar vocês, então continuem de prontidão pois nossos maiores objetivos são a sua alegria e diversão durante os três dias em que você e seus amigos tomarão parte da grande celebração que será o HQPB 2015!

#TeVejonoHQPB!!!

Mike Deodato Jr, Shiko, “Eudetenis” e Lobo Borges estarão no HQPB 2015

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A medida que outubro se aproxima vocês serão bombardeados por uma sequência de anúncios sobre tudo que o HQPB 2015 reserva para vocês.

Depois do anuncio dos irmãos Cafaggi e de Sidney Gusman, agora vocês ficarão conhecendo um pouco mais a respeito dos novos convidados do evento. Se você é um fã de HQs prepare-se pois este será o maior encontro de artistas já visto no estado da Paraíba!

E prepare seu coraçãozinho nerd, pois na quarta-feira, uma notícia vai definitivamente vai fazer você contar os segundos até o HQPB 2015!

#TeVejonoHQPB!!!

 

 

MIKE DEODATO JR

HQPB 2015 - MIKE DEODATO JR

 

Deodato Taumaturgo Borges Filho, mundialmente conhecido como Mike Deodato Jr. iniciou sua carreira internacional no inicio da década de 90, mas já atuava no cenário nacional produzindo HQs durante o final dos anos 70 e toda década de 80, algumas delas em parceria com seu pai o jornalista Deodato Borges.

Se destacou no cenário norte-americano quando assumiu o título da Mulher-Maravilha da DC Comics, posteriormente foi contratado pela Marvel Comics, onde praticamente trabalhou com todos os grandes personagens da editora em historias pontuais e arcos escritos por grandes roteiristas como Peter David, Bruce Jones e Brian Michael Bendis.

Atualmente Mike Deodato encontra-se em um momento importante de sua carreira, onde esta produzindo o crossover Star Wars: Vader para a Marvel Comics, ao mesmo tempo que retoma a produção autoral com produções como The Cartoon Art of Mike Deodato Jr, 3000 Anos Depois e Quadros, estes dois últimos publicados pela Editora Mino.

Mike Deodato Jr sempre foi um dos maiores incentivadores do HQPB e este ano estará presente mais uma vez para a alegria dos fãs!

 

SHIKO

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Francisco José Souto Leite, popularmente conhecido como Shiko, é natural de Patos (cidade do alto sertão paraibano), ao mudar-se para João Pessoa começou a trabalhar com publicidade e a produzir suas próprias HQs, publicadas no fanzine Marginal Zine.

Dono de um estilo plural e um jeito bem particular de contar histórias, Shiko ganhou reconhecimento entre o publico e posteriormente seu trabalho chamou a atenção do mercado editorial.

Entre seus trabalhos estão a adaptação de O Quinze (Editora Ática) e sua participação no projeto Graphic MSP com a edição Piteco: Ingá, que lhe rendeu o prêmio de melhor desenhista nacional e melhor publicação de aventura / terror / ficção, durante o 26º Troféu HQ Mix.  Posteriormente Shiko publicou uma sequência de títulos O Azul Indiferente do Céu, Talvez Seja Mentira e Lavagem, todos publicados recentemente pela Editora Mino.

 

LOBO BORGES

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O pernambucano Lobo Borges é o artista responsável pela arte de Ledd, HQ publicada pela editora Jambô em parceria com JM Trevisan (co-criador do universo Tormenta RPG).

A publicação é uma das principais da editora, sendo ambientada no mesmo universo fantástico de Holy Avenger. A HQ tem sua publicação online e conta com 16 capítulos, disponibilizados para leitura online no site da editora, além de quatro volumes já publicados e à venda em lojas especializadas por todo Brasil.

Lobo Borges também trabalha como ilustrador na Joy Street, empresa de jogos educacionais de Pernambuco.

Esta será a segunda participação de Lobo Borges no HQPB e sem dúvida será mais um grande artista presente no evento.

 

“EUDETENIS”

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Paulo Morais Giovana Leandro aka EUDETENIS” virão para o HQPB 2015 repletos de novidades.

Com a HQ “Mothercracy” receberam o título The Excellence Runner Up, como um dos vencedores do Silent Manga, o maior concurso do Japão aberto a artistas de todo mundo.

Também produzem ilustrações para editora Jambô, entre os quais capas da revista Dragonslayer, várias ilustrações do Bestiário e para o livro de RPG Brigada Ligeira Estelar, que em breve ganhará uma HQ com contribuições de vários artistas entre eles Giovana Leandro.

Outra grande novidade é que “Eudetenis” e o Studio Made in PB firmaram uma parceria junto à FUNESC para a reabertura do curso de desenho para HQs. O curso será completamente reformulado com toda uma nova série de matérias e um novo curso de arte digital.

Durante o HQPB 2015 este novo curso será apresentado de maneira ampla para esclarecer quaisquer dúvidas do publico.

 Lembrando que isto ainda é apenas o começo! Na quarta-feira o seu coraçãozinho nerd vai explodir em um Big-Bang de emoções!

Conheça os primeiros convidados do HQPB 2015

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Enfim pessoal, a espera finalmente teve um fim, hoje estamos iniciando a divulgação dos convidados, programação e demais atrações do HQPB 2015.

Nas próximas semanas até o dia 16 de outubro, vocês terão muita informação e algumas surpresas que sem sombra de dúvida farão vocês quererem que o tempo passe mais rápido. Nosso principal objetivo é produzir uma programação dinâmica e totalmente participativa, onde cada um de vocês possa se sentir não apenas um espectador, queremos que todos possam ter um experiência única na grande celebração que será o HQPB 2015!

Hoje vocês conhecerão os primeiros convidados do evento e temos certeza que muitos dentre vocês terão uma grande e agradável surpresa. Sem mais demoras vamos à eles:

 

Sidney Gusman

Sidney Gusman 01

Sidney Guman é editor da Mauricio de Sousa Produções,  desde 2006 é responsável pelo planejamento editorial do projeto MSP, são de sua autoria os títulos: MSP 50, MSP + 50, MSP Novos 50, Graphic MSPentre outros.Gusman venceu dez vezes o Troféu HQ Mix (de 2000 a 2007 e 2009 e 2010) por seu trabalho com o site Universo HQ, do qual é Editor Chefe. Atualmente o Universo HQ é o principal site brasileiro especializado em Historias em Quadrinhos.

Desde que assumiu seu cargo na Mauricio de Sousa Produções,  vem apresentando uma nova geração de talentosos artistas do quadrinho nacional ao grande publico, através de projetos como Graphic MSP, artistas comoGustavo Duarte, Danilo BeyruthPaulo Crumbim, Cristina Eiko, Vitor Cafaggi, Lu Cafaggi, Eduardo Damasceno, Luis Felipe Garrocho e o paraíbano Shiko, apresentam suas versões dos clássicos personagens criados por Mauricio de Sousa.

Se você é uma fã das Graphic MSP ou um jovem talento em busca de uma orientação, não perca a chance de encontrar pessoalmente Sidney Gusman noHQPB 2015 e um dos caras mais legais e competentes do cenário nacional de HQs.

Vitor Cafaggi & Lu Cafaggi

Irmãos Cafaggi 01

Naturais de Belo Horizonte, Lu e Vitor Cafaggi são dois dos artistas mais conhecidos do atual cenário das HQs brasileiras, graças a seu trabalho na Graphic Novel “Turma da Mônica – Laços” se tornou um dos grandes sucessos da série Graphic MSP.

Donos de uma sensibilidade marcante, eles criaram uma historia repleta de aventura e emoção, principais características entre tantas outras que tornaram “Laços” uma experiência singular.

Diante do sucesso de crítica e público era apenas uma questão de tempo para que os Cafaggi voltassem ao universo da Turma da Mônica. “Lições” mais uma vez traz os personagens principais da turma lidando com as consequências de suas escolhas, ao mesmo tempo em que sua amizade e companheirismo se fortalecem cada vez mais.

Os irmãos Cafaggi estarão presentes no HQPB 2015, onde ministrarão um workshop e uma palestra além de estarem presentes na Artist’s Alley.

Se você é fã do trabalho deles e se emocionou com as páginas de “Laços” e “Lições”, não perca a chance de participar do maior evento de cultura pop do estado da Paraíba!

 

 

E Então? Gostaram? Preparem-se pois isto é apenas o começo, temos bastante coisa guardada para fazer a alegria de vocês! Pois nosso maior objetivo e oferecer altas doses de cultura pop, sem nenhuma moderação!

#NosVemosnoHQPB!!!  

 

*O HQPB 2015, será realizado nos dias 16, 17 e 18 de outubro no Espaço Cultural José Lins do Rego.

 

O maior evento de Cultura Pop da Paraíba esta de Volta!!!

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A espera finalmente terminou! O maior evento de cultura pop do estado da Paraíba retorna!!! E elevado a um novo patamar!!

O HQPB 2015 será realizado, mais uma vez, no Espaço Cultural José Lins do Rego, a casa do evento desde sua primeira edição, em 2008, e trará significativas mudanças em relação à edição de 2014.

A começar pela duração do evento, já que ele será realizado nos dias 16, 17 e 18 de outubro. Isso mesmo, você não leu errado, serão TRÊS DIAS dedicados inteiramente à diversão e entretenimento dos fãs paraibanos!

O evento, no dia 16, sexta feira, irá das 15:00 até 21:00 horas, e nos dias 17 e 18, sábado e domingo, das 10:00 até 21:00 horas.

Além dessa novidade, o evento terá toda uma nova formatação, com novos espaços, ampliação da área de estandes, mais diversão e melhorias em relação a atividades como palestras, workshops e debates. Você não conseguirá ficar parado!

O HQPB 2015 é fruto de uma parceria de muitos anos entre o Studio Made in PB e a FUNESC, que contou com total apoio de Márcia Lucena e Nézia Gomes, respectivamente presidente e vice-presidente da Fundação Espaço Cultural.

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Este ano o evento também contará com o apoio da TV Tambaú, parceria iniciada ano passado que demonstra o crescimento do evento e sua capacidade de se amadurecer cada vez mais a cada ano com o único objetivo de levar o melhor entretenimento ao público de João Pessoa e de todo estado.

Logo TV Tambaú

A partir das próximas semanas e até o mês de outubro, a organização do evento estará informando através de seus veículos de comunicação, bem como de seus parceiros, todas as novidades e atrações do evento, preço dos ingressos, pontos de venda, atrações e programação, que serão divulgadas com intervalos regulares, incluindo ações promocionais.

E é com imensa satisfação que o HQPB 2015 anuncia sua primeira atração:

Depois de uma longa negociação, podemos confirmar que a COMIX BOOK SHOP estará presente no evento.

logo-comix-vector

A maior comic shop do país estará pela primeira vez em um evento do Nordeste, e não pretende medir esforços para trazer o melhor para o publico paraibano.

COMIX estará com uma área de 180m² bem no centro do evento e trará livros, HQs (comics e mangás), edições especiais, encadernados, minisséries, DVDs, action figures e muito mais que só a COMIX poderia oferecer. Então trate de se preparar, pois você tem até outubro para economizar o seu suado dinheirinho para finalmente completar aquela sua coleção que você achou que NUNCA iria fechar!

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E logo de cara a COMIX informa que várias coleções e séries que já não estão mais em circulação nas bancas, ou tenham sido concluídas, poderão ser adquiridas com 20% de desconto. E coleções completas de mangás poderão ser adquiridas com descontos realmente interessantes.

Então o que esta esperando? Curta nossa página no Facebook, siga o nosso Twitter e acompanhe nosso blog.

Não perca a chance de fazer parte do HQPB 2015, a festa esta apenas começando!!! #TeVejonoHQPB!!!

O Gravador de HQs

 

Luzardo Alves é gravador de objetos. Era antes de trabalha com quadrinhos e continua sendo. Hoje sua arte está em objetos mais palpáveis, gravado nos momentos importantes na vida de muitas pessoas.

Luzardo através dos quadrinhos gravou na memória de muitos brasileiros, com suas charges e tiras, momentos da história do Brasil, da Paraíba e de João Pessoa.

Na década de 1960, Luzardo Alves após uma apresentação na TV do Commércio de Pernambuco, onde de um coração desenhado por Cauby Peixoto ele fez a imagem do Amigo da Onça, no programa de TV de Fernando Castelão e Luís Geraldo, onde chamou a atenção de Assis Chateaubriand, que acabou levando-o para o Rio de Janeiro, para trabalhar na revista O Cruzeiro, junto a Péricles (criador do Amigo da Onça), Carlos Estevão (do inesquecível Pif Paf), e lá conviveu com os mais ilustres nomes dos quadrinhos da charge e do humor brasileiro com Millôr Fernandes, Henfil, Ciça, Juarez Machado, Daniel Azulay, Jaguar, Zélio, Fortuna e Ziraldo (seu compadre, padrinho de batismo de sua filha). Foram seis anos cariocas na produção de tiras, cartuns, charges para as mais famosas revistas (além de O Cruzeiro, participou da Revista do Rádio, e dos jornais Correio da Manhã e O Dia), além de confeccionar arte para capaz dos quadrinhos destinado ao público infantil como Bolinha, Luluzinha, entre outros.

De volta à Paraíba, Luzardo retomou o seu ofício de gravado e continuou a desenhar com seu humor salutar. Por meio do jornal alternativo Edição Extra, juntamente com Anco Márcio criou uma das personagens mais hilárias e irônicas dos quadrinhos paraibanos: a Bat-Madame. Nessas histórias em quadrinhos de uma página, a Bat-Madame fazia uma sátira escrachada do Batman e dos costumes da região. Apesar das menos de 20 publicações de página única, esta se tornou marcante para os leitores deste periódico.

Na sua banca de gravação de objetos, Luzardo fazia a Charge da Semana. Um folheto patrocinado pelo Café São Braz e outros comerciantes, distribuído gratuitamente. Nestas charges havia um personagem chamado Pataconho, que representa um morador pessoense que faz análises e críticas sociais das situações políticas, econômicas e sociais no período em que circulou pelo Ponto de Cem Réis na década de 1970. Inclusive, alguns problemas estruturais cotidiano de nossa cidade ainda encontram-se registradas nestas charges.

Homenagear Luzardo é brindar João Pessoa com a alegria e humor característicos de sua pessoa. Na exposição que será montada para o 6º HQPB: QUADRINHOS E CULTURA POP NA PARAÍBA, teremos uma amostra de nossos alunos do Curso de Histórias em Quadrinhos, dos seus professores e dos artistas dos Studio Made in PB. Resultado do trabalho didático de resgate dos quadrinhos paraibanos e como forma de valorização da nossa arte e cultura, para perpetuar e produzir quadrinhos de qualidade como os de Luzardo Alves.

Luzardo Alves gravou profundamente a alma dos pessoenses e dos brasileiros de forma tão marcante e firme, com graça, leveza e precisão igual a que ele faz até hoje em jóias. Suas charges, quadrinhos, cartuns e tirinhas estão gravados nas nossas memórias e em nossos corações.

É com muita honra que o Studio Made in PB homenageia Luzardo Alves.

Paloma Diniz
Pesquisadora e Estudiosa das histórias em quadrinhos
Desenhista da Space Goat Productions
Professora do Studio Made in PB

A Verdadeira História dos Transformers: Parte 2

E aí pessoal, gostaram da 1ª parte do artigo do grande Thiago Colás, A Verdadeira História dos Transformers? Então vamos lá, aqui vai a 2ª parte, também publicada em 2009 no site HQ Maniacs, com algumas poucas modificações e adições.
As Novas Séries Animadas
Depois da série original que durou até 1987, a franquia Transformers ficou meio esquecida nos Estados Unidos, mas prosseguiu com toda a força no Japão, onde, em 87 mesmo, foi criada a série Transformers: Headmasters. Nessa série, os Headmasters são Transformers de tamanho pequeno (em relação aos outros Transformers, que fique bem claro) que construíram corpos robôs de tamanho grande, nos quais eles se encaixam, se transformando nas cabeças desses robôs. Sim, Transformers que se transformam na cabeça de outros Transformers, que também podem se transformar.
Isso chegava às raias do ridículo com a versão Headmasters de Fortress Maximus, na qual um Headmaster chamado Cerebrus se transforma na cabeça de seu corpo robô, cuja forma alternativa é a cabeça de outro robô gigante. Headmasters foi criada como um prosseguimento direto da série original, sendo que no Japão o primeiro episódio de Headmasters seguiu diretamente o último episódio da série original, The Rebirth.
E por um tempo considerável, o Japão foi o único país a produzir séries de Transformers, principalmente para alimentar a indústria de brinquedos. Na sequência de Headmasters foi lançado Transformers: Super God Masterforce (sim, o nome é esse mesmo), na qual foram introduzidos pela primeira vez os Powermasters (robôs que só conseguem se transformar quando conectados a uma determinada parte) e os Pretenders, os primeiros Transformers capazes de assumir uma forma alternativa orgânica; seguido de Transformers: Victory, onde foram introduzidos os Multiformers (um Multiformer só é capaz de se transformar se conectado a qualquer outro Multiformer); e finalmente por Transformers: Zone. Essa sequência de séries é chamada coletivamente de Generation 1, porque, teoricamente, seriam parte de uma mesma sequência, muito embora a série original TAMBÉM seja conhecida como Generation 1, tornando as coisas bem confusas.
Headmasters, Super God Masterforce, Victory e Zone
Uma série chamada Generation 2 foi o retorno dos norte-americanos à franquia, com novos brinquedos, uma nova série de quadrinhos pela Marvel e uma nova série animada, que durou de 1993 a 95. Não fez muito sucesso, sendo pouco mais do que um remake da série original.
O verdadeiro retorno triunfal de Transformers ocorreu em 1995, com o surgimento de Beast Wars. Totalmente feita pela Mainframe Entertainment do Canadá (conhecida pela série ReBoot, e por ser um dos primeiros estúdios a se especializar em animação computadorizada), com roteiros focando o público mais adulto e com inúmeras referências ao passado da franquia, Beast Wars foi elogiada pela crítica, chegando a ganhar um Emmy pelos avanços técnicos, e concorrendo de igual para igual na categoria de melhor série de ficção científica com Arquivo X.
Beast Wars
Em Beast Wars, todos os Transformers seguem o estilo Pretenders, usando carapaças orgânicas em vez de formas de veículos. Em suas três temporadas, Beast Wars levou a mitologia Transformer a um novo patamar, criando e/ou reaproveitando conceitos que se tornariam marcas registradas de todas as séries posteriores. Até mesmo neste caso os japoneses criaram séries intermediárias (os famosos fillers) para cobrir os espaços entre as duas primeiras temporadas (Beast Wars II) e entre a segunda e terceira temporadas (Beast Wars Neo).
Essas séries seguiam o mesmo esquema de Transformers com formas animais, mas envolviam pouco ou nada do plot oficial das séries americanas. Seu estilo de roteiro, abordagem adulta e design por computador fez sucesso entre os espectadores americanos, e uma nova sequência foi criada pela mesma Mainframe. O resultado foi Beast Machines.
Beast Wars II e Neo, e Beast Machines
Depois de uma série com fortes toques de ficção científica, foi pedido que a sequência fosse mais direcionada às crianças. Todos os roteiristas e produtores de Beast Wars foram substituídos, e Beast Machines ganhou uma abordagem totalmente diferente da série anterior por causa disso. O resultado não foi muito bom, e Beast Machines foi execrado pelos fãs da série anterior, tendo durado duas temporadas, e com um final que alterou tudo o que se conhecia de Transformers, que foi sumariamente ignorado por todas as séries seguintes.
Enquanto isso, no Japão, uma nova sequência de animações estava sendo preparada. A série Robots In Disguise (que foi exibida aqui pelo canal Jetix) serviu para cobrir o buraco entre o final de Beast Machines e o começo daquela que se tornou conhecida como a Trilogia Unicron.
A Saga de Unicron engloba três séries animadas: Armada, Energon e Cybertron. Armada teve o mérito de criar os Minicons, Transformers de tamanho pequeno que podem se conectar a qualquer Transformer de tamanho grande, fazendo um upgrade em seus sistemas e se tornando armas e/ou equipamentos adicionais.
Robots In Disguise, Armada, Energon e Cybertron
Esta saga narra os eventos apocalípticos da chegada de Unicron (o mesmo Transformer gigante da série original), sua guerra contra uma aliança forçada entre Autobots e Decepticons, e as consequências diretas da batalha e da reconstrução de Cybertron após esse combate.
Depois desta sequência, uma pausa foi dada na produção de séries, sendo retomada apenas em 2007 com a produção de Transformers Animated, com um estilo gráfico totalmente distinto das séries originais, seguindo a linha de desenhos mais recentes e estilizados. Transformers Animated a principio seguiu alguns conceitos do longa metragem de 2007, e mas não incorporou elementos do segundo filme em sua cronologia. Transformers Animated foi um estrondoso sucesso, sendo considerada por muitos a melhor série animada de Transformers junto com Beast Wars.
A história começa quando um pequeno grupo de Autobots encontra o lendário Allspark apenas para descobrir que seus inimigos, os Decepticons, apesar de terem perdido a Grande Guerra milhões de anos antes, ainda estão na ativa e querem poder do Allspark para conquistar Cyberton. Após cair na Terra, numa Detroit futurista, os Autobots assumem papéis semelhantes aos de super-heróis, sem que a enredo seja centrado apenas nas guerra entre eles e os Decepticons, mas também nas interações entre os Autobots e os muitos supervilões humanos de Detroit.
A série tinha um ótimo roteiro, e foi evoluindo para níveis de tramas mais complexas com o passar do tempo, incluindo muitas reviravoltas na história. Além disso, ela também inclui muitas homenagens a séries anteriores de Transformers. Infelizmente, Animated só teve três temporadas e foi cancelada em 2009, sem que Hasbro explicasse do motivo, mesmo ela tendo grande aceitação e altos índices de audiência.
No fim de 2010 a Hasbro e o Discovery Channel criaram em conjunto um canal de TV a cabo chamado de The Hub. E nesse canal estreou a mais nova série a animada do universo Transformers, chamada de Transformers: Prime.
Assim como séries anteriores, Transformers: Prime também é uma série de animação computadorizada, contudo sua estética de design está mais para uma mistura daquela dos filmes live-action com a de Transformers Animated. Os escritores dos dois primeiros filmes live-action são os produtores executivos do cartoon, que seque, em parte, uma linha de continuidade que se inicia com o aclamado jogo Transformers: War for Cybertron. A série está atualmente em sua 1ª temporada, e já está confirmada uma 2ª temporada para ela. Apesar de ser o sucesso do The Hub, Prime ainda não convenceu os fãs, principalmente os “órfãos” de Animated, que realmente tem o potencial esperado.
Ah, e além disso, será lançado no The Hub em 2011 ou 2012 outra animação dos Transformers, voltada para o público infantil com idades ente 3 e 5, chamada Transformers: Rescue Bots, que terá uma premisa simples, onde os Autobots e os humanos interagirão para promover o trabalho em equipe e a cooperação no resgate de pessoas.
Animated, Prime e Rescue Bots
E Quanto aos Quadrinhos?
Como eu já disse na matéria anterior, durante toda a existência da série original de Transformers, a Marvel foi a responsável pelos quadrinhos dos robozões, em duas séries distintas: a série principal, de que falamos anteriormente, e a série semanal publicada pela Marvel UK na Europa, que se desenvolveu em um sentido diferente da original, com uma base científica mais consistente e mais espaço para desenvolver os personagens (exatamente por ser semanal).
Foi nessa época, em 1986, que a Marvel lançou o primeiro crossover entre Transformers e Comandos em Ação. Com quatro edições e gerando (ou ignorando) inúmeros problemas de continuidade em ambas as séries, G.I. Joe and The Transformers teve o azar de ser lançada em um período no qual vários personagens importantes do mito estavam mortos, ou assim se achava. Assim, o Comandante Cobra, Megatron e até mesmo o próprio Optimus Prime ficaram de fora, para tristeza de vários fãs. Para completar, apenas a série dos Transformers aceitou o crossover como parte de sua cronologia. Larry Hama, na época o roteirista da série dos Comandos, optou por ignorar a minissérie. O fato mais marcante de G.I. Joe and The Transformers é a destruição de Bumblebee pelos Cobra, e sua recriação como Goldbug, na tradição Transformer de ressuscitar todos os seus mortos em uma nova forma.
No ano seguinte, a Marvel americana publicou The Transformers Headmasters, em sua primeira aparição em terras norte-americanas. Headmasters foi outra mini em quatro edições que apresentou o conceito de Headmasters ao público e introduziu na série oficial os primeiros robôs do gênero, assim como os Monstercons (Transformers cuja forma alternativa são monstros, e não veículos) e os Technobots (Transformers cujas formas alternativas são mais tecnologicamente avançadas que o normal, baseadas em veículos ainda em estado de protótipo).
G.I. Joe and The Transformers e The Transformers Headmasters
Após o final da série Transformers em 1991, a Marvel lançou Generation 2, em 93. Uma série regular transformada em maxissérie em 12 edições, Generation 2 expande o conflito entre Autobots e Decepticons do planeta Terra para a galáxia inteira, com Megatron em uma nova forma de tanque de guerra, lutando para reassumir a liderança dos Decepticons.
Generation 2 é mais conhecida pelo seu final, uma batalha maciça entre as diferentes gerações de Transformers, com Autobots e Decepticons forçados a combater lado a lado. Apesar de pouco se mencionar as séries originais de Transformers na atual cronologia Marvel, personagens criados em suas histórias, como Death’s Head (na série britânica) e Rompe-Circuitos ainda existem no Universo Marvel. Situação semelhante à do Ronin Vermelho, robô gigante cuja origem se passa na série do Godzilla.
Em 2002 a Dreamwave assumiu o contrato de licenciamento com a Hasbro e passou a publicar Transformers. Começando com uma série baseada no desenho original, a linha rapidamente se expandiu para uma segunda série, The War Within, que mostrava a guerra em Cybertron, milhares de anos antes de qualquer série, e uma terceira baseada nas linhas de brinquedos atuais (e nas séries de desenhos feitas pelos japoneses na época) Armada/Energon, além de uma minissérie em quatro edições, Micromasters.
Generation 2 e The War Within
A primeira minissérie da Geração 1, Prime Directive, chegou a ser publicada no Brasil, assim como as primeiras edições de Armada. Também nessa época, a Dreamwave e a Devil´s Due (que detinha os direitos de publicação de Comandos em Ação) se uniram para lançar o segundo crossover entre ambas as séries. Cada editora lançou uma minissérie em seis edições com uma história distinta, que poderia ou não fazer parte da cronologia oficial das séries.
A produção da Dreamwave só terminou devido à falência da empresa, totalizando 22 edições de Generation 1 (duas minisséries em seis edições que originaram uma série regular), quatro edições de Micromasters, 15 edições de The War Within (duas minis de 6 edições e uma que deveria ter 6 mas foi cancelada na terceira), 18 edições de Armada e 12 de Energon (que formavam uma série só – a primeira Transformers Energon foi a de número 19), além de três séries More than Meets the Eye, especiais contendo fichas dos personagens, e uma edição one-shot, Transformers Summer Special, que tinha histórias das séries Generation 1, Energon, Robots in Disguise, e Beast Wars.
Uma votação elegeu Beast Wars como a próxima série de Transformers a ser lançada, e o projeto estava adiantado quando a Dreamwave deixou de existir. Uma segunda série de crossover entre Transformers e Comandos em Ação foi cancelada após a primeira edição pelo mesmo motivo.
Após a queda da Dreamwave, a IDW Publishing assumiu os personagens, atualmente um de seus maiores sucessos. Com duas minisseries iniciais, The Transformers: Infiltration (estrelando a primeira geração) e Beast Wars: The Gathering, a linha de Transformers rapidamente se expandiu, tornando-se o carro chefe da editora. Comandados por Simon Furman, responsável pelos personagens já na época da Marvel e autor do Transformers: The Ultimate Guide, um livro com toda a mitologia dos personagens, a IDW optou por um reboot da primeira geração, livrando os personagens de uma parte da pesada carga de cronologia, mas ainda mantendo as características básicas de todos.
Prime Directive, More than Meets the Eye, The Transformers: Infiltration e Beast Wars: The Gathering
A IDW optou por não manter um título mensal, mas sim uma série de minisséries, cada qual com uma história completa, incluindo os The Transformers: Spotlights, especiais focados em um único personagem, além de séries paralelas como The Transformers: Evolutions, que contém histórias sem obrigação de seguir a cronologia, e a série The Transformers: Generations, que republica as melhores histórias da era Marvel de Transformers.
Foi pelas mãos da IDW que tivemos o crossover com os Novos Vingadores da Marvel, em uma minissérie em quatro edições lançada em 2007. Ambientada na Latvéria, terra do Dr. Destino, a história envolve os Vingadores da época (Capitão América, Homem-Aranha, Homem de Ferro, Luke Cage, Miss Marvel, Wolverine e um herói que não era membro neste momento cronológico, o Falcão) e os Transformers Prowl, Bumblebee, Ratchet e Jazz, alem de Optimus Prime, contra o já citado Dr. Destino, que se uniu a Megatron.
The Transformers: Spotlights, Evolutions e Generations, e The New Avengers/The Transformers
Depois do enorme sucesso da trilogia para os cinemas dirigida por Michael Bay (que criou uma cronologia totalmente nova, até mesmo mudando as formas de muitos dos robôs), a IDW também lançou várias séries ambientadas no universo dos filmes, tendo lançado as adaptações oficiais de todos os longas, além de várias sequências diretas deles, bem como seus prelúdios.
Quadrinhos da Trilogia Live-Action dos Transformers
E não há nenhuma previsão de final para os Transformers pelas mãos da editora, que anuncia uma nova série ou especial praticamente todo mês. Se tudo continuar nesse passo, Transformers ainda tem muito chão pela frente. E todos os fãs agradecem.
'Til all are one!
Thiago Colás

Thiago Colás é jornalista e apresentador do programa Hora 13, exibido aos sábados as 21 horas na Alltv, e na página do Facebook http://www.facebook.com/hora13.

A Verdadeira História dos Transformers: Parte 1 – A Origem e a 1ª Geração

Logo depois que postei a revisão dos toys de Transformers: Dark of the Moon lançados pela Burger King, percebi que vários visitantes dos blog realizaram pesquisas procurando por informações sobre os personagens e a história dos Transformers.
Sendo assim, resolvi pesquisar sobre esses temas, para assim poder criar um post pro blog. Contudo, durante a pesquisa, reencontrei um artigo que eu havia lido há pouco mais de um ano, intitulado A Verdadeira História dos Transformers.
Este ótimo artigo foi escrita por  Thiago Colás, dividida em duas partes, e publicada em 2009 no site HQ Maniacs.
A seguir, vocês podem conferir a 1ª parte na integra, com mínimas modificações:
Com fim da trilogia cinematográfica dos Transformers, é hora de desenterrar o passado desta fantástica série de desenhos animados e quadrinhos, que sobrevive há mais de 25 anos, assumindo várias formas e impressionando o mundo inteiro. Acompanhe nesta série de duas reportagens, a verdadeira história dos robôs gigantes, desde o seu início.
Como Tudo Começou
A história é uma velha conhecida: empresa cria/importa uma linha de brinquedos e encomenda uma série de quadrinhos/desenho animado como parte da estratégia de marketing. Na esmagadora maioria dos casos, as séries são descartáveis e desaparecem sem deixar rastros. Outras vezes elas atingem um status cult e sobrevivem, como He-Man, Zillion e Caverna do Dragão. Transformers é apenas o representante mais forte, conhecido e significativo desse segundo tipo, tendo se tornado uma das mais reconhecidas franquias do mundo do entretenimento, com várias séries, edições de quadrinhos, linhas de bonecos e agora nos cinemas.
E tudo isso começou em 1984, quando a Hasbro, a maior empresa de brinquedos do mundo, se uniu à japonesa Takara, para explorar os direitos sobre duas linhas de bonecos-robôs: Micro Change e Diaclone. Com uma linha de bonecos, mas sem uma história por trás para atrair os jovens clientes, a Hasbro encomendou à Marvel Comics um enredo qualquer que explicasse quem eram tais robôs e o porquê lutavam. Foram Jim Shooter (na época, editor-chefe da Marvel) e Dennis O´Neil que criaram toda a história por trás da guerra, enquanto o escritor da Marvel UK, Bob Budiansky, criou os perfis e nomes dos personagens restantes. Ficou por conta do ilustrador Floro Dery criar os esquemas e guias visuais para os quadrinhos e, futuramente, desenhos animados da série, tendo como base os próprios bonecos e ilustrações nas caixas de brinquedos. Assim, junto com a linha de brinquedos, foram lançados a primeira série em quadrinhos pela Marvel e o desenho animado, produzido pela Sunbrow Productions. E assim começou uma lenda…
Diaclone e Micro Change da Takara
Quadrinhos da Marvel e Cena do Desenho Animado
A História de Cybertron
Existem duas histórias diferentes para a origem de Cybertron, uma de acordo com a cronologia dos quadrinhos da Marvel, e outra de acordo com os desenhos animados. Por incrível que pareça, a Hasbro decidiu que ambas são origens reais e válidas, e uma boa dose de criatividade é necessária para que essas origens, diferentes entre si, possam ser consideradas como pertencentes à mesma cronologia.
Na cronologia dos desenhos animados, a principal nessa matéria, Cybertron antigamente era um planeta deserto que a raça alienígena conhecida como Quintessons usava como fábrica para seus utensílios e equipamentos militares. Nessa versão da história, o principal responsável pela inteligência artificial e personalidade dos Transformers é o supercomputador Vector Sigma. Depois de anos de escravidão, os Transformers finalmente se rebelaram e tomaram o planeta para si, batizando-o de Cybertron e proclamando a si mesmos como uma forma de vida.
Cybertron, Quintesson e Vector Sigma
Já a história da Marvel é bem mais complexa e cósmica do que a anterior. No passado mais distante, antes do nosso universo existir, havia Unicron. Com o objetivo de destruir todo o universo conhecido e conseguir a paz que apenas a total ausência de vida pode gerar, Unicron começou a devorar todos os planetas e formas de vida existentes, e até mesmo o material de que o próprio universo é composto. Após destruir tudo, e satisfeito com a paz que conseguiu, Unicron pode hibernar. O que ele não contava é que durante seu sono, os microscópicos fragmentos do universo que ainda restavam reagiram um com o outro, dando origem ao Big Bang e a criação de um novo universo.
E junto com esse novo universo, surgiu um novo ser, Primus, um guerreiro de luz cujo objetivo era derrotar Unicron e garantir que esse novo universo pudesse sobreviver. Foram inúmeras batalhas, com várias vidas sendo perdidas cada vez que combatiam. Tentando proteger esse universo, Primus levou a batalha ao Plano Astral, e depois, em uma jogada suicida, trouxe a batalha de volta ao plano físico, mas sem que ambos conseguissem recriar seus corpos. Assim, tanto Unicron quanto Primus ficaram presos em asteróides, de maneira a tornar o destruidor de universos inofensivo.
Infelizmente, a tática não deu certo. Ao longo das eras, Unicron se tornou capaz de manipular a estrutura atômica do asteróide em que estava preso, transformando-o em um planeta metálico e, depois, aprendendo a assumir uma forma metálica gigante, semelhante a que possuía anteriormente. Primus também aprendeu a manipular o asteróide em que se encontrava, mas decidiu mudar sua estratégia de luta. Ele transformou seu próprio corpo no planeta metálico chamado Cybertron, e, como um deus, criou os Transformers para habitarem seu mundo, ganharem poder, e um dia, derrotarem Unicron completamente. Nessa versão da história, um fragmento de Primus se tornou a Matriz Autobot da Liderança, aquilo que permitiu aos Transformers se reproduzirem, criando outros como eles mesmos foram criados.
Formas Astrais e Robóticas de Unicron e Primus
Em ambas as versões, a história se une nesse ponto, onde duas castas surgiram em Cybertron: os Autobots, cientistas e pesquisadores, e os Decepticons, os militares. Com fome de poder, os Decepticons começaram uma guerra contra os Autobots pela liderança de Cybertron. Uma guerra civil que foi ganha pelos Autobots, quando esses desenvolveram a habilidade de assimilar uma segunda forma e se transformar. Porém, ao longo do tempo, os Decepticons também ganharam tal habilidade, e a guerra recomeçou. Dessa vez, durante cinco milhões de anos as duas facções batalharam entre si, gastando quase toda a energia que o planeta possuía. Uma nave espacial Autobot, a Arca, foi enviada em uma expedição para buscar novas fontes de energia, mas foi atacada por uma nave militar Decepticon, Nemesis. Na batalha, ambas caíram na Terra, ainda em sua pré-história, e os robôs em seu interior entraram em hibernação.
Insígnias Autobot e Decepticon
Os Transformers
Foram quatro milhões de anos de hibernação até que eles despertassem novamente em 1984, num mundo em que a humanidade já havia dominado a Terra. Os sensores das naves escanearam as máquinas terrestres e implantaram suas formas nos Transformers hibernantes, de maneira que eles tivessem uma forma alternativa capaz de circular pelo planeta discretamente. E assim, a grande guerra continuou, com os Decepticons tentando absorver todos os recursos terrestres, transformá-los em uma forma de energia pura chamada Energon, e destruir a humanidade para criar uma nova base, enquanto os Autobots tentam impedi-los, protegendo a humanidade. Ambos os lados ganharam aliados humanos (universalmente odiados pelos espectadores, incluindo este que vos fala), mas os astros da série sempre foram os robôs, e novos modelos foram aparecendo ao longo da série, juntando-se aos favoritos de todos.
Personagens
Uma série só é tão boa quanto forem seus personagens, e, apesar de robôs, os Transformers eram carismáticos, cheios de personalidade e tão diferentes entre si que cada um tinha seu favorito.
Começando diretamente por Optimus Prime, ou Líder Optimus, como ficou conhecido por aqui. Optimus era o herói em estilo clássico, nobre, justo, sempre certo, poderoso, inspirador, e por aí vai. Apesar de seguir o estereótipo do líder dos heróis como o Capitão América ou o Superman, Optimus conseguia impor respeito sobre todos os outros Transformers e naquele monte de pirralhos correndo na frente da televisão. Sem falar que aquela forma de caminhão dele era muito linda.
Bumblebee era o queridinho de todo mundo. Quem era moleque naquela época TINHA um boneco do fusquetinha amarelo, ou queria ter um desesperadamente. Bumblebee podia ser o pequenino do grupo, mas estava sempre lá, no combate, lado a lado com os grandões. E as crianças pequenas adoravam a idéia. Vai ver que é por isso que até hoje nos animes sempre tem um baixinho invocado e poderoso.
Optimus Prime e Bumblebee
Um caso clássico de confusão agora: existiam dois Autobots com nomes bem semelhantes para os ouvidos brasileiros: Brawn e Prowl. Colocando os pingos nos is: Brawn era o Landrover briguento, e Prowl era a viatura, sério e racional. Um monte de gente trocava o nome dos dois o tempo todo na época, e trocam até hoje. Confusão natural, infelizmente.
E agora umas palavrinhas sobre o meu favorito: Grande, bruto, pouco inteligente, agressivo, estúpido, selvagem… Eu já falei pouco inteligente? Ainda assim, era, e ainda é, meu personagem favorito dos Transformers. Eu me lembro (bem vagamente) de quando eu era criança e gritava “Mim Grimlock chuta traseiros enquanto fazia exatamente isso nos meus anos de pré-escola. Apesar de tudo, era confiável, o líder dos Dinobots e tinha aquela forma de tiranossauro simplesmente fantástica.
Os Dinobots: Grimlock, Slag, Sludge, Snarl e Swoop
Do lado dos vilões os maiores destaques eram três. O líder, Megatron, acima de todos. Com a atitude clássica do general vilão dos desenhos da década de 1980, Megatron foi um dos raros (para não dizer o único) que conseguiu matar o líder dos heróis durante a série (tudo bem, ele ressuscitou depois, mas ficou morto um tempão antes disso). Um momento que, quem lembra, ainda chora.
Starscream, como o segundo em comando, traiçoeiro e mentiroso, também era fantástico. E nem destruído ele parou quieto, já que uma mutação na centelha (a “alma” dos Transformers) dele garantiu que Starscream passasse a eternidade como um fantasma capaz de possuir as máquinas da mesma maneira que fantasmas de terror possuem seres humanos.
Megatron e Starscream
E por último na lista de destaques, não um, mas cinco Transformers: os Constructicons. Cinco robôs que se transformavam em veículos de construção, mas capazes de se combinar em uma única máquina gigante, o Devastador. O Devastador foi apenas o primeiro dentre os chamados Gestalt (robôs capazes de se combinar entre si), mas com certeza foi o mais impressionante de todos, e mora ainda na mente dos fãs.
Os Constructicons: Long Haul, Bonecrusher, Mixmaster, Hook, Scavenger e Scrapper, se unem e formam Devastator
E este artigo fica por aqui. No próximo, as novas séries americanas de quadrinhos e as novas animações.
Thiago Colás

Thiago Colás é jornalista e apresentador do programa Hora 13, exibido aos sábados as 21 horas na Alltv, e na página do Facebook http://www.facebook.com/hora13.

A Arte do Colecionismo

Olá magnânimos leitores e leitoras, aqui quem vos fala é Márcio Albuquerque, e em conjunto com alguns amigos, resolvemos criar uma seção de revisões de toys para o Blog do HQPB: Quadrinhos e Cultura Pop na Paraíba. Logo, logo postarei minha 1ª (espero que de muitas) revisão, e baseado em algo que todo colecionador gosta de fazer, resolvi chamar a seção de “OLHA SÓ O QUE EU TENHO!”
Daí vocês, nobres leitores e leitoras exclamam: “Ah seu PORRA!!! Vem fazer uma seção no blog pra se exibir mostrando os brinquedos que tem? Olha só, o nome já diz isso! Que loser!!! Não to nem aí pra esses brinquedos de criancinha e espero que um gorila aidético estupre você!”
"É isso mesmo, seu puto! Vai se mostrar pra peste do Jar Jar Binks!"
Mas calma enfurecido(a) amigo(a), pois antes de postar a revisão, vou explicar a seção, e mais importante, o basicão mesmo sobre colecionismo, o mais explicadinho que eu puder, pra que sua pressão baixe, e assim, você nem vai precisar tomar um maracujina
Primeiramente, essa seção de revisões de toys, como o nome já diz, serve para revisar, ou seja, descrever os toys, falar sobre seus pontos fracos e fortes, mostrar por que eles são legais (não vou revisar um toy que eu não ache legal, né?), e quem sabe, influenciar vocês a darem uma chance aos ditos cujos, e os colocarem em suas coleções, ou darem início a uma com eles.
E tudo começou com uma lagartixa de plástico...
E segundamente, um colecionar é alguém que guarda, organiza, seleciona, troca e/ou expõe diversos itens por categoria, em função de seus interesses pessoais, e alé disso, gosta muito de conversar com outros colecionadores sobre as peripécias que ele teve de fazer para conseguir tais peças raras, mas a seção não terá o nome citado mais acima por causa disso (na verdade eu nem sei por que falei desse negocio da conversa… por favor, ignorem essa divagada idiota minha), pois depois de colecionar, a coisa que um colecionador mais gosta é mostrar sua coleção para que todos a vejam e admirem. Ele se sente orgulhoso quando alguém chega, vê uma peça sua e diz: Cara, que fodástico esse boneco! Posso tirar foto?”, ou qualquer coisa desse tipo…
Mas não é aquele orgulho mesquinho de alguém que se acha melhor que o outro porque possuía algo que outra pessoa não possui (tá ok, tem colecionadores que são um bando de lazarentos e pensam dessa maneira, e esses sim deveriam ser estuprados pelo gorila citado mais acima… mas a grande maioria não é assim), pois é quase o orgulho que um pai tem quando escuta um elogio ao seu filho.
Filhos, papai está muito orgulhoso de vocês!
Sei que ter orgulho de brinquedos não significa literalmente nada para a maioria das pessoas, e que muitos considerariam isso uma grande idiotice, mas pro colecionador, é uma alegria imensa escutar um elogio ao toy que ele se esforçou tanto para conseguir…
Com isso, pode ser dito que o sentido da seção de revisões de toys é descrever, sempre com bom humor, vários tipos de toys diferentes o mais detalhadamente possível, e passar a alegria que um colecionador sente ao conseguir adquirir e mostrar aquele toy que há tanto tempo ele queria, mesmo que seja algo totalmente tosco e inútil, e que 99% da população esteja cagando e andando para esse treco.

Pausa pro lanche!!!

Tá servido?

Retumbantes leitores e leitoras, depois de lerem até aqui, é provável, ou não, que pelo menos um de vocês tenha pensado: “Pô, esse cara pode tá falando a verdade, será que é uma boa começar a colecionar? Será que devo mandar o gorila aidético ir estuprar os caras do Restart, em vez dele?”, e assim, se interessado um pouco em começar uma coleção. Então, tenho mais duas coisinhas para lhe dizer, pois preciso ser totalmente sincero… primeiro, se você mandar o gorila pros coloridos é possível que eles adotem o bicho por gostarem muito dos “serviços” dele, e assim você nunca mais verá sua arma de vingança, e segundo, se você quer levar mesmo a sério o colecionismo de toys (na verdade, todo tipo de colecionismo), é preciso ter em mente que esse hobby custa dinheiro e pode drenar suas finanças como poucas coisas conseguem.
Se até colecionar conchas pode ser caro...
...imaginem então como é colecionar tênis?
Isso não quer dizer que você precisa ser um ricaço pomposo e fresquinho pra poder colecionar, e sim que você precisa se policiar, sempre guardando um dinheirinho certo pra, quando puder, dar upgrades na sua coleção. Há muitas pessoas que não ganham tanto dinheiro, mas conseguem formar coleções fantásticas contendo centenas ou até milhares de itens. Lembre que colecionar é pior que ser um viciado, pois você nunca vai conseguir parar.
O vício é tão grande que tenho certeza que você vai até querer ter vários modelos de uma mesma coisa. E para demonstrar isso, vou usar os toys de Transformers como exemplo… O que? Você não sabe o que são Transformers? Em que planeta você viveu por quase 30 anos? Bem, não importa… googlei Transformers que você saberá do que falo.
Voltando… em Transformers, como em toda grande franquia, existem os personagens top que sempre serão recriados de várias maneiras, terão várias formas e histórias diferentes, se tornando um poço sem fundo de inspiração para fabricantes de brinquedos que querem poder sempre vender mais e mais modelos deles.
Contudo, mesmo quando um personagem só apareceu uma vez numa série especifica e sumiu logo em seguida, você ainda não está seguro. Os fabricantes de brinquedos vão dar um jeito de sempre trazer esse personagem de volta, seja numa nova forma, seja usando um brinquedo repintado de outro personagem que recebe outros acessórios, e ganha o nome daquele personagem sumido. E olha que isso acontece com uma frequência absurda em Transformers.
Transformers: Mais que os olhos, e o bolso, podem ver...
Com isso, sabemos que só porque que o colecionador já possui um toy do Optimus Prime, do Megatron, ou do esquecido Cosmos, isso não significa que ele não vai comprar outro… Com mil infernos saltitantes, eu já tinha um Optimus Prime decente que representa muito bem o personagem, mas nem por isso deixei de comprar outros, e hoje tenho pelo menos 10 modelos diferentes dele na minha coleção.
Por isso tudo digo a vocês que colecionar é um hobby maravilhoso, mas que precisa de dedicação e disciplina para que ele nunca deixe de ser uma atividade prazerosa que faz com que o colecionador tenha vários momentos de alegria, para se tornar um fardo chato de se carregar por aí.
Até logo, e xero no olho (do rosto, claro) pra todos vocês!
PS: Minha coleção é bem eclética, e uma das fotos que ilustra o artigo é de parte dela… alguém consegue adivinhar qual é essa foto?